
Pronto, agora tem bases científicas o caminho das pedras - pelos menos para os empreiteiros brasileiros e seus cupinchas políticos interessados em "organizar" a Copa do Mundo de 2014.
Segundo um estudo da Faculdade de Arquitetura da USP, a maioria dos estádios brasileiros teria de ser demolida e reconstruída para se adequar às normas da FIFA. Sem desmerecer os resultados do estudo, a tese é tudo o que os doutores em patrimônio público - e alheio - queriam ouvir.
Com a construção de novos estádios, vai sobrar dinheiro público e ralos sorvedouros de verdinhas descaminhadas para todos. A situação é a gêmea identica a do Pan, onde a conta dos cenários da festa, inflacionada em 444%, foi descontada do bolso do contribuinte brasileiro.
O problema não é constatar que nada serve - isso é óbvio nas condições precárias do estádios brasileiros. O problema maior é a palavra "construir", que soa como sinfonia nos ouvidos dos empresários e políticos, ou os dois na mesma pessoa, acostumados a "levar por fora" sua parte em tudo que erguem - seja escola, hospital ou simplesmete a lápide onde adormece o cadavério pagador de impostos brasileiro.
A matéria foi divuldade em vários jornais e sites do país.
Um deles, o Terra.
A matéia sobre o orçamento do Pan é da Folha
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